miércoles, 1 de junio de 2011

The Tree of Life - Terrence Malick

Pues sí, me ha gustado bastante esta película. Y como dice Carlos Boyero hay algunas cosas que no entiendo y me inquieta, pero la forma como describe Malick la relación entre las personas de una familia, entre ellos, con el exterior, es fabuloso, sorprendente, diferente...

Como consigue contarnos TANTO con tan pocos diálogos y con una historia contada con pequeños (grandes) retazos de la vida de unos niños.... unos niños en los que ves como esas vivencias de la infancia marcarán su futuro
Inquietante, deslumbrante, esas imágenes, esa música, esos sentimientos, .... con razón ha ganado la palma de oro de la última edición del festival de Cannes 2001.


Comentar algunas particularidades, como la primera media hora que más parece un documental de National Geographic que una película a la vieja usanza. Esa primera parte es hipnótica, abrumadoras imágenes sobre la tierra, el universo, el origen de la tierra, el origen de la vida.... no sabemos (o yo no sé) si es una forma de mostrar la tragedia inicial con la que comienza la película, o como otros dicen quizás nos está comparando la grandeza de la vida del universo frente a una vida humana que deja de existir... no sé, pero después del momento documental, disfruté con la historia, la música, los paisajes, los detalles, ...y se me pasaron los 138 min sin darme cuenta.
  

También tiene la película una componente "religiosa" o "mística" importante, quizás ligado a lo que comentaba antes sobre la grandeza de la vida del universo, la pequeñez de nuestra vida  ... y seas o no seguidor de una u otra religión, todos tenemos nuestra parte mística, o intima, nuestros sentimientos con el mundo (sea naturaleza o ciudad o lo que sea) que marcan nuestra forma de enfrentar los diferentes pasos a dar en nuestra PEQUEÑA vida.

Más información en: http://www.imdb.com/title/tt0478304/

========Sinopsis (en portugues)
Um filme que acompanha a existência de Jack (Hunter McCracken enquanto jovem; Sean Penn em adulto) desde o seu nascimento, nos anos 50, até à idade adulta, da perda da inocência ao cinismo de um homem maduro que é parte da civilização pós-moderna. Jack, o mais velho de três irmãos, cresce dividido entre duas visões divergentes da realidade: o autoritarismo de um pai, ambicioso e descrente (Brad Pitt), com quem vive em perpétuo conflito, e a generosidade e candura de uma mãe (Jessica Chastain), que lhe dá conforto e segurança. Até que um trágico acontecimento vem perturbar o já de si frágil equilíbrio familiar... Quinta longa-metragem do aclamado cineasta Terrence Malick ("A Barreira Invisível"), "A Árvore da Vida" reflecte sobre a origem do universo e de como a tragédia da vida de um ser humano pode ser tão diminuta quando vista a uma escala global.

1 comentario:

Gilberto Vicente dijo...

O que mais me marcou foi a beleza das imagens, com umas cores lindissimas e uns ângulos simplesmente fantásticos. Mas também não é um filme fácil de se ver.... a animação não é muito e o tempo corre devagar num filme muito longo... isto apesar de tão depressa passarmos de uma família média americana dos anos 50 para o big bang e os primórdios da vida, depois voltamos aos três irmãos que exploram o mundo à sua volta (os insectos, a brincadeira no meio de uma nuvem de DDT, as maldades com as rãs) e viajamos novamente até ao tempo dos dinossauros, regressamos ao pai autoritário e à mãe protectora, mas logo a seguir já estamos numa viagem pelo espaço em direcção aos anéis de saturno....
No final, aquilo que fica, neste filme que tem tanto de espiritual como de humano é que devemos amar e aproveitar a beleza da vida, tão efémera...